Ex-mulher de Victor Chaves assume nova relação quatro anos após separação polêmica

Quatro anos após fim do casamento polêmico com Victor Chaves, a ex-mulher do cantor, Poliana Bagatini decidiu assumir publicamente uma nova relação. Na noite deste domingo (23), a empresária compartilhou em seu perfil do Instagram a primeira foto ganhando um beijo no rosto do eleito, que se chama Pedro Stefani Marino.

NAMORADO DE POLIANA BAGATINI TEM FILHOS E É LIGADO À NATUREZA

Apaixonado por cavalos, Pedro Stefani Marino foi o primeiro brasileiro a conquistar dois importantes campeonatos nacionais de Enduro Equestre, em menos de um mês, em 30 anos do esporte no Brasil: Campeão Nacional 160km com RG Komo e Campeão Nacional 120km com Al Saida Larzac.

O perfil dele é trancado nas redes sociais, mas a biografia aponta que ele possui dois filhos e gosta de esportes ligados à natureza.

Pelos comentários, os seguidores de Poliana Bagatini a parabenizaram pelo romance.

Vai ser feliz minha amiga!”, declarou uma. “Que lindeza! Você merece toda a felicidade deste mundo”, escreveu mais uma. “Eu já disse tempos atrás e vou repetir, Poli: Você tem a obrigação de ser feliz”, acrescentou outra. “Você merece um homem que te trate com amor, carinho e respeito! Deus abençoe vocês dois e esse sentimento no coração de vocês”, disse uma pessoa próxima.

VICTOR CHAVES FOI ACUSADO DE AGREDIR MULHER NA GRAVIDEZ

Antes de assumir o novo namoro, Poliana Bagatini estava se reaproximando de Victor Chaves em prol dos filhos, Maria Vitória e João Luiz. Em 2017, o irmão de Léo, com quem rompeu a dupla, foi acusado de agredir a mulher enquanto ainda estava grávida do segundo filho do casal.

‘EXAME DE CORPO DE DELITO DEU NEGATIVO’, SE DEFENDE CANTOR

Em entrevista, Victor garantiu ser inocente e que apenas tentou conter Poliana Bagatini durante uma discussão.

“O exame de corpo de delito deu negativo. Não havia marcas de agressão. É triste Poliana dizer no depoimento que eu a joguei no chão. Na TV, aceleram o vídeo. Não dá para ver que estou arqueando o corpo para suavizar a queda dela. Ficar calado três anos foi duro. Meu ímpeto era de me defender, mas esse silêncio me valeu muito. Comecei a me livrar do ego, a ir ao dentista no horário comercial, pegar fila em aeroporto. Uma sensação de estar vivo”, destacou.

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